Comprovando a tendência de crescimento no setor de turismo, o Brasil foi o país que puxou a alta do tráfego aéreo na América Latina e Caribe.

Registrando 4,7 milhões de passageiros embarcados no mês de novembro do ano passado, período de maior movimentação desde que foi decretada mundialmente a pandemia. Para se ter ideia, em toda a região foram transportados 15,9 milhões de passageiros, isso significa que de cada 10 viajantes, três voaram dentro do território brasileiro, uma prova do potencial do mercado mesmo com a Covid-19.

As informações foram disponibilizadas pela Associação Latino-Americana e do Caribe de Transporte Aéreo (Alta). E o Brasil pode ter levado vantagem sobre os vizinhos por algumas políticas de fiscalização mais brandas.

Afinal de contas, para viagens domésticas, não há obrigatoriedade de apresentação de testes de diagnóstico da Covid-19 ou quarentenas, pré-requisitos que podem diminuir a demanda por voos para destinos locais, os principais interesses do brasileiro no momento.

Além do Brasil, quais países da América Latina e Caribe registraram aumento no número de voos?

Na América Latina e Caribe, o México aparece logo atrás do Brasil, com um movimento interno de 2,9 milhões de passageiros. Na sequência está Colômbia, que corresponde na movimentação com quase 1 milhão de passageiros no mês de novembro. Outra boa notícia para quem quer ou irá viajar neste início de ano, é que você pode acumular milhas de forma simples.

Qual indicador atesta esse crescimento e interesse do turismo do Brasil?

O índice de atividades turísticas é o mecanismo que funciona como uma espécie de termômetro do setor. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre os meses de outubro e novembro do ano passado, o indicador registrou um aumento de 7,6%.

Foi o sétimo mês seguido que o índice teve crescimento, o que representa, de acordo com estimativa, um ganho real de 120,8%, números puxados especialmente por dois fatores primordiais e que foram detectados pelos empresários:

  • Serviços de alojamento e alimentação, registraram um avanço de 9,1%
  • Segmento de transporte aéreo teve uma alta de 6,8%.

Doze unidades da Federação registraram esse aumento nos indicadores, com destaque para a Bahia, líder no quesito com um percentual de 11,8%. A lista é seguida ainda por Pernambuco (11,8%), São Paulo (11,0%), Goiás (9,9%) e Rio de Janeiro (5,4%).

O turismo foi um dos setores mais afetados pela pandemia, mas contou com o auxílio de várias frentes e programas. Uma dessas iniciativas veio por meio da MP 963, que garantiu R$ 5 bilhões à concessão de empréstimos por meio do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), entre outras providências.

Quais são os cuidado que devo tomar em meio a pandemia?

Apesar da pandemia, as condições estão favoráveis, ainda mais com as companhias aéreas buscando recuperar as perdas que a pandemia provocou no setor. Com isso, está mais barato viajar, confira voos em Janeiro e Fevereiro, com passagem de ida e volta, a partir de R$ 200.

Use máscara em toda a viagem

O acessório é item obrigatório, devendo ser utilizado em aeroportos e também nas aeronaves. A máscara é a garantia de proteção ao passageiro e também aos demais tripulantes e funcionários que trabalham nas dependências dos aeroportos do país e também do exterior.

Faça seu check-in pela internet

Para evitar aglomerações em filas e a manutenção do distanciamento social mínimo de dois metros, a recomendação das companhias é que os passageiros já façam o check-in pela internet, utilizando os sites ou aplicativos. É uma forma também de trazer comodidade e segurança ao cliente.

Use álcool em gel

O transporte de álcool em gel é permitido. Mas existem orientações sobre como o líquido deve ser transportado. Na bagagem de mão, por exemplo, é limitado a não mais do que 500 ml e com o fechamento em perfeito estado para prevenir a liberação do conteúdo. No caso de voos internacionais, os frascos de álcool em gel devem ser de plástico transparente e com capacidade máxima de 100ml.

Veja mais cuidados para planejar e viajar em Meio ao Coronavírus (Covid-19).

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